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1997 | Movimento Sindical

MST e Confederação Nacional dos Metalúrgicos protestam em Brasília
CONTEXTO
O crescimento do desemprego na cidade e no campo é o grande tema social no governo FHC. A oposição partidária está encolhida em função da grande aliança governista que se une em torno do presidente, que desfruta de alta popularidade. O movimento sindical urbano também se enfraquece, tendo em vista o temor ao desemprego.

Mas no campo a situação é conflituosa. O MST cresce em mobilização a cada ano e consegue apoio da população, captado em pesquisas de opinião pública. Multiplicam-se as ocupações de terra e de edifícios públicos, gerando atritos às vezes violentos.

Em 1995 ocorrera o massacre de trabalhadores rurais em Corumbiara. Em 1996, outro massacre, em Eldorado dos Carajás. Em 1997, para relembrar a data deste último massacre, o MST organiza uma marcha de sem-terra que parte de vários pontos do país e chega a Brasília no dia 17 de abril exatamente um ano após o conflito do Pará. São 30 mil trabalhadores rurais sem-terra que ocupam a Esplanada dos Ministérios e promovem ato público com a presença dos partidos de oposição.

O MST cobra do governo o assentamento de 1 milhão de pessoas, meta com a qual FHC se comprometera na campanha presidencial de 1994. O governo, contudo, diz que não é possível acelerar seu programa de desapropriações. Até o final do ano, divulgará que assentou 80 mil famílias e que sua meta para aquele ano está realizada.
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IMPRENSA SINDICAL
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Heiguiberto Guiba Della Bella Navarro
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