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Mandatos | 1972 a 1975

CONTEXTO
A crise internacional do petróleo, o esgotamento do modelo econômico da ditadura e a vitória do partido MDB nas eleições parlamentares de 1974 fazem com que o regime iniciasse a distensão política “lenta, gradual e segura”, embora a censura e a tortura continuassem. O Gal. Ernesto Geisel não é indicado pelas Forças Armadas, mas eleito presidente da República no Colégio Eleitoral. A legitimidade do regime militar dependeria, cada vez mais, do desempenho da economia e da sensação nacional de se estar crescendo.
A diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo e Diadema, eleita em 72, define e consolida sua gestão política, administrativa e financeira, rumo à construção de uma sede e uma subsede para o Sindicato.
A orientação da direção neste mandato é buscar se diferenciar da política defendida pela Federação Estadual dos Metalúrgicos, que nas campanhas salariais se dava sempre por satisfeita o resultados das decisões do Tribunal Regional do Trabalho a DRT nos dissídio coletivos. Para Paulo Vidal e sua diretoria era possível ir mais além das decisões do Tribunal em São Paulo.
Neste mandato, o sindicato passa a tomar iniciativas importantes que contribuirá no início de um processo crescente de intervenção do Sindicato nas questões relacionadas à política e as relações de trabalho no Brasil. As campanhas salariais com pauta de reivindicações próprias e a busca de negociação separada da Federação constrangiam os setores conservadores do movimento sindical. O 1º Congresso dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema realizado em 1974 desagradou o regime militar.
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DIRETORES E CARGOS
FATOS RELEVANTES
DEPOIMENTOS
Clique nas fotos para ler os depoimentos:

Antenor Biolcatti

Osvaldo Cavignato

Paulo Vidal Neto

Rubens Teodoro de Arruda
ELEIÇÕES
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