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2001 | Campanhas Salariais

CONTEXTO

Os metalúrgicos do ABC participaram da campanha salarial unificada da FEM/CUT lançada em agosto, o que significou o envolvimento de 10 milhões de trabalhadores do Estado de São Paulo. A luta por reivindicações gerais e específicas se fortaleceu e a data-base foi antecipada para setembro.

Enquanto os grupos patronais pressionaram pela flexibilização dos direitos. O Sindipeças chegou a propor a reposição de metade da inflação e a retirada da estabilidade dos portadores de doenças profissionais. Nas fábricas, os trabalhadores intensificaram sua participação nas reuniões e assembléias. Foram desencadeados greves (Greve Pipoca) e protesto nas ruas com mais de 10 mil metalúrgicos.

Houve acordo com as montadoras valendo por dois anos, no qual garantiu-se a reposição salarial e as cláusulas sociais, além disso assegurou-se um aumento real de 2% atrelado a uma produção possível.

Os outros grupos como Grupo 9 e Fundição seguiram o modelo do acordo das montadoras, enquanto o Sindipeças (Grupo 5) e Grupo 10 mostraram-se intransigentes durante todo o processo de negociação.

O Grupo 5 recorreu ao dissídio, demarcando um retrocesso na busca de soluções negociadas.
Mas a pressão da categoria e do Sindicato forçou a adesão do acordo proposto por empresa.

Fonte: Tribuna Metalúrgica nº1343 (21/08/2001), nº 1367 (03/10/2001), nº 1404 (13/12/2001)

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PAUTA DE REIVINDICAÇÃO

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