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1979 | Movimento Sindical

Greve dos metalúrgicos de São Paulo
CONTEXTO

As greves espalham-se pelo país. Em 1979, cerca de 3,2 milhões de trabalhadores entram em greve.

Foram 27 paralisações de metalúrgicos, 20 greves de professores e outras tantas de bancários, médicos, construção civil e outras categorias por todo o país.

O governo reprime violentamente as greves, intervém nos sindicatos e prende lideranças e ativistas.

Um dia depois de deflagrada a greve dos metalúrgicos de São Paulo e Guarulhos (28 de outubro), a PM reprime com violência uma manifestação em Santo Amaro, bairro da Zona Sul de São Paulo, ferindo de morte o operário Santo Dias da Silva. No cortejo do enterro, 30 mil pessoas gritavam “o povo não tem medo, abaixo Figueiredo”, em referência ao General João Batista de Figueiredo que tinha acabado de assumir a presidência da República.

Na economia, registra-se descontrole inflacionário e maxidesvalorização do cruzeiro. O ministro Delfim Neto (Planejamento) quer reeditar o “milagre econômico de 68/73”, mas não consegue segurar a inflação que chega a 77,2% ao final do ano.

Os metalúrgicos de São Paulo querem 83% de reajustes, os patrões oferecem um escalonamento de 55% a 66%. A categoria rejeita a proposta. A Fiesp diz que apenas 30% de aderiram à greve, o sindicato somava 90% de adesão.

O TRT julga a greve ilegal e os metalúrgicos encerram a paralisação.

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REPERCUSSÃO NA MÍDIA
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IMPRENSA SINDICAL
DEPOIMENTOS
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Waldemar Rossi

Hélio Bombardi

Sebastião Lopes Neto
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